BLEACH ganha um filme incrível!

Oie, tudo bom??

Comigo ótimo e tudo graças a Netflix que trouxe para meu final de semana 1h40 de Bleach em uma live-action muito, mas MUITO BOA MESMO! 😀

Já não é segredo para ninguém que eu sou uma fã/consumidora de cultura oriental, em sua maioria os animes e mangás japoneses, tendo uma lista imensa de animes que já assisti, mais outra das que estou acompanhando no momento e mais uma maior ainda dos que ainda pretendo assistir. Bleach se encontra nessas listas, óbvio.

sota fukushi - ichigo

O mangá e o anime trazem uma trama bem maneira para os amantes de aventura, drama, questões filosóficas e, claro, muitas lutas fodas. O mangá conta a história (resumidamente) de Ichigo Kurosaki, um adolescente de cabelos alaranjados do ensino médio que consegue ver e tocar em espíritos que esconde em seu passado muitos momentos tristes de sua vida. Tudo seguia ‘normalmente’ para ele até que em um belo dia encontra em seu quarto uma misteriosa garota com roupas tradicionais e uma katana, ao qual descobre ser uma shinigami (deusa da morte) chamada Rukia Kuchiki que perseguia um Hollow (espírito maligno) extremamente forte, ao qual a mesma não consegue derrotar e acaba  muito ferida. Ichigo, após um dilema entre proteger sua família e ser protegido por Rukia, ganha os poderes da moça, tornando-se um shinigami poderoso e tendo de lidar com sua nova identidade. Agora, o garoto precisa seguir sua vida normal humana, ter um tempo para seus colegas de turma e família, guiar almas boas para Soul Society e derrotar Hollows protegendo seus entes queridos; além de ter de lidar com o fato de que os superiores de Rukia querem o matar já que a shinigami descumpriu um dos maiores códigos de todos: nunca transferir seus poderes a um ser humano.

O mangá foi lançado de 2001 a 2016, desenhado e escrito por Tite Kubo. Ganhou uma versão em anime de 2004 a 2012, que aliás tem sua versão dublada aqui no Brasil exibida no canal pago PlayTv. Mais recentemente, a franquia teve uma live-action produzida esse ano pela Warner Bros, lançada no Japão dia 20 de julho, mas que só foi disponibilizada na nossa terrinha (e no mundo) por meio da Netflix no dia de ontem (14 de setembro) e foi um arraso!

Sota Fukushi-ichigo

Confesso para vocês que fui assistir o filme com um pé atrás, afinal qualquer otaku depois do desastroso filme de Death Note Americano tem certo medo quando descobre que seu anime da vida vai ganhar uma adaptação cinematográfica, não é? Mas, em cinco minutos de filme eu já estava toda feliz e gritando o quão o filme havia sido fiel a história original e arrasado em todos os sentidos.

Tivemos lutas incríveis, com direito a efeitos especiais na medida certa, deixando tudo muito real e envolvente no enredo. Também pudemos observar uma relação muito mais fofa e sincera entre Ichigo e Rukia do que no anime, na minha opinião, deixando a carga emocional entre os dois de uma forma tão emocionante que fazia até mesmo nós, meros espectadores que já conheciam o anime, a torcer para que as coisas dessem certo logo para os mocinhos, que aliás resultou em um sofrimento triste com um final aberto para próximas continuações hahaha. Resumidamente: tivemos a sensação de assistir praticamente metade do primeiro arco em 1 hora e 49 minutos de uma forma muito positiva, gerando um gostinho de quero mais no final!

sota fukushi hana sugisaki - ichigo rukia

Para o papel de Ichigo tivemos como ator o lindo-maravilhoso-amor-da-minha-vida Sota Fukushi e para Rukia a linda Hana Sugisaki. Aliás, adorei o fato de terem mantido os personagens com suas roupas e caracterização bem próximas ao anime, algo muito raro de acontecer em adaptações como essa. Tivemos até mesmo um Ichigo com os cabelinhos laranjas, então fiquei muito feliz com isso! (é que, caso você não saiba, os japoneses em sua cultura tradicional não são adeptos a pintarem seus cabelos, ainda que seus animes tenham personagens de cabelos com cores muito distante do castanho natural. O dilema do cabelo colorido é tão forte que no interior as pessoas com cabelo coloridos são vistos como “más influências” e “pessoas irresponsáveis” chegando até a serem impedidas de conseguir bons empregos, por isso é bem comum em live-actions vocês verem os personagens com cabelos “sem graças” e neutros, bem distante das cores fortes e formatos bizarros de seus animes e/ou mangás).

De todas as adaptações de anime/mangá que já assisti, Bleach entrou para o meu top 10, perdendo somente para a adaptação de Erased, mas isso deixamos para outro post pois esse já está muito longo hehe. ❤

O filme está disponível no catalogo da Netflix, então corre lá e assiste que vale muito a pena! Para demais informações, recomendo seguir a conta oficial do filme no Twitter clicando aqui!

Atenção: Quero deixar claro que eu não sou especialista em cinema para fazer resenhas de filmes, mas como disse ali em cima, eu sou uma consumidora e público alvo desses produtos e por isso me senti no direito de escrever a respeito, pois queria compartilhar na rede a minha experiência a respeito (muito positiva, por sinal!).

Era isso, beijinhos ~

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Como virei Cristã

Oi, tudo bom?

Minha nossa, como tinha tempos que eu não dava as caras por aqui, o que é engraçado pois tenho um bilhão de coisas que aconteceram comigo desde a última vez que atualizei o blog para contar. Em uma listinha rápida, encontram-se o fato de eu ter viajado para uma tribo indígena, ter aprendido sobre como a decepção amorosa pode ser muito dolorosa, fiz novas amizades, passei pelo 5º período da faculdade, terminei uma temporada lindíssima de Sailor Moon e Kamen Rider Wizard, e, por fim, me converti no evangelho.

De longe, esse último fato é o que eu mais me orgulho e é o motivo de eu ter decidido escrever sobre. Pensei muito sobre como começar essa narrativa, se seria uma boa ideia, mas a verdade é que foi algo tão incrível para mim que eu me sinto em uma necessidade insana de contar para o mundo todo como tudo isso acontece na minha vida, as mudanças que envolveram em minha vida e o quão Deus é maravilhoso.

Tudo começou há muito tempo, quando eu era um bebê ainda e fui batizada em uma igreja católica por pura pressão da família, já que meus pais eram evangélicos na época. Porém, com o passar dos anos e por pressão familiar, meus pais decidiram se tornar católicos e eu cresci em meio a essa confusão: uma hora eramos crentes, em outra não. Tudo isso me acarretou em uma clara visão de que deveríamos servir a Deus por pura obrigação e só pela igreja (o que atualmente eu claramente entendo que estava errada). Enfim, fiz todos os cursos que a igreja católica pede (crisma, perseverança e eucaristia), mas como disse: tudo por obrigação. Não me sentia a vontade, não tinha vontade de ir nas missas aos domingos e discordava de várias coisas que ouvia, o que me deixava com menos vontade ainda de ir à igreja. O que aconteceu após isso foi bem óbvio e previsível, decidi parar de frequentar as missas, pois não tinha interesse e nem era motivada a fazer o mesmo.

Então passei anos sem ir, tinha o lema que eu poderia ter eu mesma o contato com Deus sozinha, mas claro que eu só estava me enganando. Ninguém consegue nada sozinho, acabava por decidir que “ah, agora não, depois faço isso”. Portanto, foram anos em que eu não via importância em nada, seguia uma vida que eu achava melhor o que deveria ou não fazer e também os anos em que mais me sentia sozinha e vazia. Sabe aquela sensação de que te falta algo? Era exatamente assim até meados do ano passado, quando passei o natal e o ano novo tristinha e na solidão do meu quarto pensando o quão deveria ser legal conviver com pessoas queridas. Naquele período, em choros durante a madrugada, eu orei pela primeira a vez para Deus. Eu lembro que eu chorei muito e disse “Deus, eu sei que você está me ouvindo em algum lugar… A verdade de eu não buscar a você é que tenho medo de abrir o meu coração, de seguir uma vida ao seu lado mesmo que eu me sinta só hoje”. Foi a pior noite da minha vida, eu diria hoje que a depressão talvez tivesse me batendo a porta talvez, não sei…

Algum tempo se passou, tentei buscar o lado bom das coisas mesmo quando tudo estava ruim. Mas a sensação de vazio nunca passava e um incomodo no coração não me dava sossego, eu tinha uma necessidade imensa de buscar algo, mas “buscar o quê?” pensava eu. No fim descobri que era Deus me chamando, mas vou explicar melhor: a sensação de que precisava encontrar algo não me passava. Em uma conversa com minha melhor amiga na faculdade, expliquei o que me incomodava e ela falou meio por cima a respeito de como era a sua igreja, que ela era evangélica e frequentava a Igreja Presbiteriana Independente da cidade dela. Lembro-me que fiquei muito curiosa para saber mais a respeito e assim o fiz: busquei ler algumas coisas sobre seguir uma religião evangélica, perguntei para minha mãe como era na época que ela frequentava e assistia a um canal religioso que pega aqui na parabólica de casa. Com todas essas pesquisas eu só pensava em como deveria ser legal seguir a Deus e participar ativamente de uma comunidade cristã. Foi assim que, surpreendentemente, abri meu coração em um desejo ansioso de seguir a Deus e Ele me encaminhou para o seu propósito.

Nessa busca e pesquisa, o assunto acabou chegando aos ouvidos de um colega de serviço da minha mãe que frequenta a Igreja Batista aqui da minha cidade. Comentei com ele que eu queria ir um dia para conhecer e se ele poderia me orientar. O moço ficou muito feliz que eu estava decidida a converter, mas, infelizmente ele não tinha muito tempo disponível para me guiar. Lembro-me como se fosse ontem, dele me dizendo que apesar de não ter muito tempo, iria passar meu número para sua cunhada que frequentava uma outra igreja e teria um encontro de jovens no final de semana. Um culto especial para estudantes da universidade da cidade com lanche no final. Na hora eu fiquei meio receosa, se deveria ou não ir… Fiquei em cima do muro até que de última hora decidi ir. A cunhada dele, Josi, me esperou na porta da igreja e me guiou até o culto. Meus olhos estavam arregalados, com medo, sem saber como deveria agir até que o pastor chegou e pregou sobre tudo que eu estava passando na vida, sobre deixar Deus em segundos planos, em se sentir vazia e solitária e mais muitas coisas pessoais até que ele disse “irmãos, Deus está chamando vocês essa noite, tem um propósito para cada um. Se você sentir que é o momento, estamos de portas abertas”. Nesse momento eu já chorava horrores, foi o sábado a noite mais intenso da minha vida.

Após o culto, chamei a Josi e perguntei a respeito dos outros horários de culto no domingo e como tudo funcionava ali. Eu havia compreendido: era o agora ou nunca e decidi que não teria mais medo e que me permitiria seguir uma vida com Deus a partir daquele dia. Passei a ir todos os domingos, depois me envolvi do para além dos cultos, frequentando células e ministérios. E claro, não foi algo fácil, mas não me arrependo de nada.

A igreja que frequento é a IPI (Igreja Presbiteriana Independente) da minha cidade. Faço discipulado com a Josi, a quem considero hoje uma super amigona e que me ensina muito sobre Deus. Fiz uma oração oficial de conversão no dia 22/05 e fui batizada em 08/07. Além disso, participo de células, que são encontros semanais para estudar mais sobre a Bíblia e fazer amizades. Aos poucos estou lendo mais e mais a Bíblia, conversando com o Senhor em orações e devocionais, começando a participar mais de algumas obras (deixando claro que seguir uma religião ou fazer boas obras não te salva, o que salva é você crer em Jesus como seu salvador e libertador do pecado, portando, sou salva não porque sigo uma igreja, mas sim porque creio e sigo o evangelho).

Eu vou ser sincera, a mudança de vida, de conversão do mundo não é algo fácil. Somos tentados a desistir de tudo o tempo todo e aquela história de que “após se converter sua vida fica mais fácil” é tudo mentira, pois é uma luta diária (ou como diz meu pastor: é uma conversão diária). Mas também é um peso a menos dos ombros, sabe?! É você saber que Jesus está contigo, está te ouvindo e querendo ser ouvido, que está agindo em sua vida e que você é mais que serva do Senhor, é uma amiga/o. As pessoas tendem a dizer que “ah, viro crente e fico chata”, como se eu fosse esbanjar ódio e chatice para todo lado, como se eu não pudesse mais “ter uma vida”, quando na realidade é justamente agora que estou aprendo a viver. Eu não tenho ódio, pelo contrário, acredito naquilo que Cristo ensinou: amar ao próximo como ama a si mesmo. É nisso que mais confio: no amor de Deus e o quão eu posso amar por causa dEle. E sim, acreditem, evangélicos também assistem animes/séries/doramas, pintam os cabelos e vão a festas!!!! A diferença é que para se divertir não é preciso fazer coisas erradas.

Deus me libertou do pecado (e me liberta todo dia, pois pecar a gente nunca deixamos de fazer, infelizmente) e tem realizado grandes coisas em minha vida. Eu me sinto muito feliz mesmo por ter decidido a me render a esse propósito e seguir uma vida mais leve e feliz com Ele. Não tenho palavras para descrever a emoção que é contar tudo isso, de relembrar o quão cresci desde que tudo começou e ser eternamente grata pelo Senhor não ter desistido de mim e nem de você, que está lendo.

É por isso que decidi compartilhar minha história, para que caso alguém que encontre meu blog e esteja se sentindo só e triste (assim como eu estava no passado) saiba que Deus tem grandes obras em sua vida e que o amor dele é enorme. Há uma passagem na Bíblia (Lucas 15.1-10) que diz que quando alguém se converte há festa no céu, que Deus é como um pastor de ovelhas que deixa suas 99 ovelhas só para encontrar aquela perdida que volta para o seu rebanho, então nunca se esqueça disso: Ele nunca desiste de você.

Estar em uma igreja onde te aceitam como você é e que você se sente amado e possibilitado de amar é maravilhoso, pois você convivem em relacionamentos de amor com outras pessoas que tem muito a te ensinar sobre Deus e é onde você se sente mais e mais próximo dEle. Deus é um só. Então, se você se sente assim nesse momento: abra seu coração agora mesmo e deixe o Pai te tirar esse peso das costas, te tirar todo esse medo e tensão, deixa Ele realizar a obra dele em sua vida. Te garanto que uma vez com Cristo, para sempre com Cristo. Ele te salvou na cruz uma vez e está de braços abertos para te salvar/receber novamente. Dê uma chance a Ele hoje, pois Ele é incrível e não decepciona nunca. Só confie nele hoje e veja como tudo fica melhor!

Nunca se esqueçam disso. ❤

Memórias das férias de verão ~♡

Olá ♡  *:・゚✧

Hoje venho aqui rapidinho para guardar online meu “álbum” das férias de verão que, como contei em outro post, foram uma das melhores que já tive e que mais aproveitei cada momento. Sou muito grata por tudo e agradeço demais ao Senhor por esses momentos felizes. Muita coisa vem mudando na minha vida, algumas muito boas e outras nem tanto, então creio que é legal ter um lugar para recordar tais momentos tão incríveis (*~▽~)

As fotos eu agrupei e as editei no app do Cymera, ele é coreano (se não me falha a memória) e é o meu favorito para edição de fotos! E não, não estou sendo patrocinada pelo Cymera (mas bem que queria hahahaha). ~☆

Lis (≧◡≦)

Sobre aproveitar o momento!

Olá :3

Eu ando sumida, quer dizer, olhando um pouco o blog acho que nunca fui muito frequente, sinto que perdi a mania de escrever como um diário e não sei como eu agiria se algum conhecido meu, por acaso, descobrisse um diário pessoal mesmo exposto tão exposto assim na rede. Mas é aqui que começamos as reflexões de hoje: pensamos demais sobre o que os outros vão pensar da gente e esquecemos completamente de que o que mais importa é o que nós mesmos achamos. Deixar de fazer algo que gosta por medo do que os outros vão pensar é papo furado, então bem, vou tentar voltar a escrever mais frequentemente.

Essa semana que se inicia hoje é a minha última semana de férias da faculdade. Semana que vem começo já o Quinto período do curso de Pedagogia e a ficha de que estou no penúltimo ano da faculdade ainda não está caindo (4 períodos para se formar). A pressão sobre o que fazer depois está cada vez maior; seguir área escolar/sala de aula ou mestrado/doutorado? Fora as possíveis áreas de atuação do pedagogo fora do âmbito escolar (pedagogia social, hospitalar etc. etc.). Dentre todos esses dilemas que empurro para um futuro não muito distante, eu queria dizer que estou mega feliz com as minhas férias esse ano.

Sério, eu acho que nunca aproveitei tanto uma férias como essas de agora e olha que eu já tenho 20 anos de idade. Eu não viajei para lugar nenhum, é um fato, mas fiz mais de dez desenhos! Além disso, pude curtir um tempo com a minha mãe, me entreguei para o seriado do momento (La Casa de Papel), assisti uns 6 animes diferentes e finalmente parei de enrolar e comecei a assistir Friends e Sherlock! Pintei meu cabelo de vermelho mais uma vez, comecei a estudar para o meu TCC (coisa que só era necessário daqui seis meses), vi um grande amigo defender uma dissertação de mestrado e se tornar mestre em educação, paguei mil e uma contas, comi muito sushi e lanches, emagreci (por incrível por pareça), enchi a cara, chorei muito, criei um quadro de metas, abri o pulso, fiquei gripada, pintei um quadro e me permitir me apaixonar (apesar de não ser correspondida como eu queria, mas isso é só uma consequência para amanhã)… E bem, ainda me falta uma semana!

Eu fiquei muito feliz por ter feito tantas coisas, geralmente eu passava minhas férias apenas dormindo com a  desculpa de que precisava recuperar o sono perdido e deixava de aproveitar a vida. Então fica aqui mais uma reflexão para vocês: não deixem de aproveitar a vida de vocês, cada momento por mais simples que pareça é muito especial e importante para você. Aproveite sempre esses pequenos momentos e viva uma vida sem arrependimentos sempre que possível!

Era isso que eu tinha para falar hoje >.<

Vou organizar todos os desenhos que fiz nas férias e postar aqui depois antes que eu perca esses arquivos… Acho que é só.

Bom domingo para vocês!

Lis (/-.\  )

Utilidade pública: quadro branco!

Yoo, como vocês estão? Tudo certinho?! Hoje eu vim aqui rapidamente para falar sobre uma utilidade pública que eu descobri há poucos dias e já está fazendo a maior diferença em minha vida!

Bom, acho que não é muito difícil de se descobrir e notar que eu sou uma pessoa um pouco vulgo muito desorganizada em alguns aspectos. Já tentei usar agenda, mas eu sempre deixo ela de lado com o passar dos meses e justamente por isso vivo pregando post-its por todos os lugares! Contudo, de tanto pregar tantos post-its pelo meu mural (que já é cheio de coisas) eu acabava me perdendo do mesmo jeito e por isso eu queria muito arrumar um modo de organizar melhor o local onde anoto esses recados. Eis que eu encontro a solução no YouTube: quadro branco feito de porta retrato!

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Olha essa mesa organizada que orgulho! (OBS: Jungkook e Jimmy são os nomes dos meus cachorros ^.^)

A ideia consiste em basicamente você ter um porta retrato, tinta branca, pincel, caneta para quadro branco. É bem simples de fazer, basta pintar o fundo do porta retrato de branco e pronto! Eu sei que essa explicação ficou confusa, mas não posso explicar passo a passo já que originalmente a ideia não foi minha, porém deixo aqui em baixo o vídeo da onde eu aprendi (que foi no canal Crie Seu Mundo da linda Mônica Yugi <3).

Legal não é? Além de ser MUITO útil! Eu fiz com um porta retrato velhinho que a minha mãe ia até jogar fora e usei tinta PVA que eu já tinha em casa também, então eu só gastei com a caneta do quadro (que custa somente 1,20 temers) Isso super facilita a vida!

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Uma fotinha da minha pintura -w-
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Aqui já sou eu usando hehe :3

Para limpar o quadro basta usar um papel toalha ou um paninho. Se o vidro ficar muito embaçado é só passar um limpa vidros ou algumas gotinhas de álcool que resolve na hora. Lembre-se de colocar em um local que você vá estar sempre tendo contato visual e que, sendo um porta retrato, é bem versátil também e pode ser usado em outros locais da casa além do seu quarto.

Era só isso mesmo, até a próxima!

Lis (/-.\  )

Ps: Se não quiser usar como quadro de recados, uma amiga me deu a ideia de usar também com frases motivacionais! Fica a dica!

Ps2: Se você não quiser pintar, é só colocar uma folha branca no porta retrato no lugar da foto e pronto! O resultado é o mesmo ;3

Um texto de despedida (via Facebook)

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Um fato sobre mim é que eu nunca sei lidar com despedidas. Isso aconteceu muitas vezes quando eu era criança e é um ciclo da vida que vai se repetir sempre e sempre, seja com um familiar ou com qualquer outro ser vivo da face da terra. Como dizem por aí, a única certeza que se pode ter da vida é a morte, pois bem.
A treze anos e um mês eu tinha o melhor amigo do ser humano ao meu lado. Tito era um pequinês cor de caramelo tão dócil quanto arteiro. Um cãopanheiro leal tanto nas horas da bagunça quanto nas horas de alegrias. Por mais que a situação estivesse difícil, eu sabia que ele me alegraria não importa o que fosse. Era engraçado vê-lo com ciumes dos meus amigos, mais ainda vê-lo brincar comigo logo em seguida, como se dissesse “você me trocou por eles, mas eu te perdoo”! Era o quarto morador aqui de casa, mas que ontem a noite descansou e foi morar agora lá com papai do céu no céu dos cachorrinhos (não me venha dizer que isso “não existe”, todo ser vivo é um ser vivo e merece respeito e carinho, é uma crença em que eu acredito fielmente).
A dor é difícil e não vai passar tão cedo, assim como não passou quando meus avôs foram embora e todas as perdas que já enfrentei ao longo da vida. É conviver com a saudade e com as boas lembranças, afinal aqueles que amamos nunca nos deixam de verdade, sempre vão estar em nossos corações.
Me desculpem o texto pessoal, particularmente não curto escrever coisas pessoais por aqui. Contudo, precisava de um lugar para escrever o que o coração não aguentava esconder. Continuo sendo uma pessoa que não sabe lidar com perdas, entretanto preciso e devo sempre continuar seguindo em frente…